segunda-feira, 25 de julho de 2011

Auxter focaliza empilhadeiras elétricas Yale na Feissecre 2011

Depois de tornar-se distribuidora exclusiva da Yale no estado de SP, Auxter triplicou as vendas de empilhadeiras da marca americana 

Auxter prevê até o final do ano abertura de uma filial em São José dos Campos
São Paulo – A Auxter Soluções em Máquinas e Equipamentos marca presença na 14ª edição da ‘Feissecre’, que acontece entre os dias 26 e 29 de julho no Pavilhão do Núcleo do Parque Tecnológico, em São José dos Campos. A empresa irá apresentar a linha de empilhadeiras elétricas da marca americana Yale e também a linha de lavadoras da marca dinamarquesa Nilfisk Advance, das quais é distribuidora exclusiva no estado de São Paulo.

Os visitantes da Feissecre conhecerão no estande da Auxter a empilhadeira GP 50 da Yale, a única da marca fabricada no Brasil, equipada com motor GLP de 51 hp, acionamento hidráulico através de minialavancas, deslocador lateral, sistema elétrico com tecnologia Canbus, sistema de direção hidrostática e gerenciamento eletrônico do sistema veicular VSM Intellix. Sua capacidade de carga nominal é de 2.500 kg.

Outro destaque da Auxter no evento será a transpaleteira elétrica com torre da Yale MS 16, equipada com motor de tração de 2 Kw, roda de carga Tandem, garfos de 1.160 mm e sistema de 24 volts. Botão Creep Speed e elevação padrão de 4.625 mm completam os diferenciais do equipamento, que tem capacidade nominal de 1600 kg a 600 mm do centro de carga e resistência para mais de dois turnos.

“Desde 2009, quando nos tornamos distribuidora da Yale, a Auxter triplicou as vendas de empilhadeiras da marca, elevando de 192 para 571 o número de equipamentos transacionados”, ressalta o diretor geral da Auxter, Célio Neto Ribeiro.  

Destaque ainda para a lavadora de piso BA 751 D, da Nilfisk Advance, marca que também compõe o portfólio da empresa. O equipamento tem velocidade máxima de 5.6 km/h, autonomia máxima por carga de 4 horas, largura de lavagem de 710 mm e raio de giro de 200 mm. A largura do rodo de aspiração é de 890 mm e o tanque de recolhimento tem capacidade de 85 litros.
         

Institucional

Auxter: A máquina de negócios do setor de máquinas

Distribuidora paulista de máquinas para construção, indústria, limpeza e movimentação de materiais torna-se player oito anos após sua criação

São Paulo – Criada na cidade de São Paulo em 2002, por dois experientes profissionais de vendas do setor de máquinas para construção, a Auxter está se transformando na menina-dos-olhos dos fabricantes de máquinas e equipamentos. Dirigida pelo executivo Célio Neto Ribeiro, a empresa comercializou uma de cada 3 retroescavadeiras JCB vendidas no estado de São Paulo em 2010, um total de 454 equipamentos. Os números são da ABIMAQ*.

Escolhida para representar a fabricante britânica de máquinas para construção JCB no final de 2006, a empresa paulista movimentou 630 equipamentos dessa marca entre janeiro e dezembro de 2010, um dado que corresponde a 15,4% do montante de máquinas novas transacionadas no estado. Mais: os números equivalem a 28% do total de vendas da JCB no mercado brasileiro.

No segmento de retroescavadeiras, os equipamentos da JCB vendidos pela Auxter asseguraram à marca britânica no ano passado, pelo segundo ano consecutivo, a liderança do mercado paulista com 33% de participação. Um ano antes, a distribuidora realizava outra proeza surpreendente ao desbancar a marca líder em movimentação desses produtos no estado, que vinha na dianteira havia mais de 30 anos.

Os números consolidados da Auxter revelam um desempenho vigoroso, muito acima da média, para uma empresa com apenas 9 anos de atividades. Por isso, a distribuidora vem sendo reconhecida como uma verdadeira máquina de vender máquinas e recebe assédio diário de diversos fabricantes de dentro e fora do Brasil, dispostos a negociar contratos de representação. 

A Auxter faturou R$ 216 milhões em 2010, contra R$ 103 milhões de 2009 – um crescimento de 109%. Para este ano, a empresa espera atingir a cifra de R$ 300 milhões, turbinada por novas conquistas em seu portfólio de marcas. Movidas pela reputação de grande vendedora da Auxter, as empresas IXON (Brasil), Nilfisk (Dinamarca) e Sennebogen (Alemanha) assinam contratos com vistas à movimentação de seus produtos no estado de São Paulo e no Brasil.

A Sennebogen, por exemplo, se apoia na experiência da Auxter de olho na liderança do mercado brasileiro de equipamentos para movimentação de materiais na indústria. A marca alemã lidera o mercado americano desses produtos, com 42% de participação e constitui-se na terceira maior empresa do mundo na área.
IXON e Nilfisk buscam desempenho semelhante para seus equipamentos empregados nas usinas de asfalto-concreto e limpeza industrial, respectivamente.

Histórico e ascensão em números

Célio Neto Ribeiro e seu sócio Agnaldo Schunck fundaram a empresa em 2002, para atuar inicialmente no mercado de máquinas usadas. Em 2004, ao se deparar com o cenário de queda de preços para esses produtos e, em contrapartida, com as facilidades de crédito para a aquisição de equipamentos novos, os sócios decidiram mudar o rumo do negócio. O tiro foi certeiro. Menos de dois anos depois, no final de 2006, a Auxter conquistaria a posição de ‘dealer’ da JCB no mercado paulista.

Pouco depois, em 2009, viria a representação da americana Yale. Em um ano, ou seja, em 2010, a Auxter triplicaria as vendas de peças da Yale ao consumidor final, assim como as de empilhadeiras que saltaram de 192 para 571 equipamentos movimentados.

Os números não financeiros associados à Auxter também respaldam sua meteórica ascensão ao topo do mercado. Em 2006, a empresa contava com 7 funcionários. Esse número subiu para 20 em 2007, 76 em 2009 e para 170 ao final de 2010. A frota da empresa, que era formada por apenas 5 veículos em 2006, chegou a 78 no final do ano passado.

No ano de 2005, três anos após sua fundação, a Auxter adquiriu sua sede atual, localizada na Marginal Direita do Tietê, com 3,5 mil m² de área. Desde então, foram abertas ainda filiais da empresa nas cidades de Araçatuba, Campinas e Ribeirão Preto, no interior do estado. Outras 5 serão abertas este ano nos municípios paulistas de Bauru, Osasco, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Baixada Santista, esse último situado na Praia Grande. A unidade de Osasco, na Grande São Paulo, será inaugurada no início do mês que vem, numa área de 8,4 mil m².

*ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

A Auxter na linha do tempo

2002 – A Auxter é fundada pelos empresários Célio Neto Ribeiro e Agnaldo Schunck, para atuar no segmento de máquinas usadas para construção.

2004 - A Auxter entra no mercado de máquinas novas.

2005 – É adquirida a atual sede da Auxter na cidade de São Paulo, com 3,5 mil m² de área, na Marginal Direita do Tietê.

2006 – Maior empresa privada do Reino Unido e terceira maior fabricante mundial de máquinas para construção, com 15 unidades produtivas instaladas em 4 países, a JCB assina contrato de distribuição com a Auxter para o Estado de São Paulo. A marca britânica detém 7% de share no estado.

2007 – O share da JCB no estado salta para 16% e a marca assume a segunda posição no mercado de retroescavadeiras.

2008 – O share da JCB no mercado de retroescavadeiras salta para 22%.  Filial da Auxter é aberta na cidade paulista de Araçatuba, com sede própria em 4.000 m² de área.

2009 – A JCB torna-se líder do mercado de retroescavadeiras no estado de SP com 33% de participação. Auxter e JCB desbancam uma tradicional empresa do setor, que manteve a liderança do segmento por 30 anos consecutivos.

A venda de máquinas JCB cresce mais de 1500% no estado, e a de peças ao consumidor final mais de 600%.

A marca americana Yale assina contrato de distribuição com a Auxter.

A Auxter fatura R$ 103 milhões.

2010 – A Auxter movimenta 630 equipamentos da marca JCB, um dado que corresponde a 15,4% do montante de máquinas novas transacionadas no estado.

A JCB mantém a liderança do mercado paulista de retroescavadeiras, com 33% de participação. 

As vendas da Auxter para a JCB crescem 70% e atingem 28% do total da movimentação de negócios da marca britânica no mercado brasileiro. Esses números garantem à brasileira a posição de líder em comercialização da marca JCB na América Latina, pelo segundo ano consecutivo.

A Auxter triplica o número de empilhadeiras da Yale vendidas no estado, elevando de 192 para 571 o número de equipamentos transacionados.

Filiais da Auxter são abertas nas cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

As empresas IXON (Brasil), Nilfisk (Dinamarca) e Sennebogen (Alemanha) assinam contratos com a Auxter para movimentar seus produtos no estado de São Paulo e no Brasil.

A Auxter fatura R$ 216 milhões, com crescimento de 109% em relação ao ano anterior.

2011 - 4 novas filiais da Auxter serão abertas nos municípios paulistas de Bauru, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Praia Grande, além de uma nova unidade em Osasco, na Grande São Paulo.




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quinta-feira, 21 de julho de 2011

DuPont lança herbicida de última geração, específico para a época seca da cana-de-açúcar

Companhia americana busca a liderança do mercado de herbicidas para a cultura e quer ampliar negócios entre 10% e 15% já no primeiro ano de comercialização do novo Front®

Produto controla com apenas uma aplicação em pré-emergência as principais ervas daninhas de folhas largas e estreitas, que ‘concorrem’ com os canaviais no aproveitamento de água e nutrientes do solo

Reconhecida mundialmente como uma companhia que investe no desenvolvimento da ciência aplicada à produção de açúcar, etanol e energia, a DuPont Produtos Agrícolas apresenta o resultado mais recente de seus estudos na área. Trata-se de Front®, um herbicida para uso em época de seca nas lavouras de cana-de-açúcar (cana soca-seca).

O novo produto constitui o segundo lançamento apresentado à cadeia sucroenergética pela empresa num período inferior a dois anos – entre 2009 e 2010, a DuPont anunciou o inseticida Altacor™, empregado no controle da broca da cana e de outros insetos-pragas.

De acordo com o diretor de marketing da DuPont, o engenheiro agrônomo Marcelo Okamura, além de agir sobre as chamadas ‘ervas-problema’ com apenas uma aplicação em pré-emergência, o novo Front® permite às empresas otimizar recursos em busca do máximo potencial produtivo para a cana-de-açúcar. (O uso de herbicidas na cana-de-açúcar visa a impedir que essas plantas ‘concorram’ com a cultura no aproveitamento de água e nutrientes do solo e, assim, interfiram negativamente na produtividade.)

“As usinas sempre enfrentaram entraves para aplicar herbicida em época que chove pouco. Não é, em suma, a época ideal. Já na estação das chuvas, além de preocuparem-se em conter os altos índices de emergência de plantas-daninhas, essas empresas necessitam liberar recursos representativos para outras operações agrícolas”, afirma Okamura. “Front® foi desenvolvido, portanto, para que o produtor antecipe o controle de ervas para a época seca. O produto apresenta efeito residual prolongado, pode ser utilizado tanto no solo quanto na palha e resulta em excelente relação custo-benefício”, resume.

Ainda segundo o executivo, Front® conta com características exclusivas que eliminam a demanda por outros herbicidas no programa de controle de plantas-daninhas da cana soca-seca. Já nos tratamentos convencionais, até hoje realizados na época de chuvas, as empresas têm de aplicar mais de um produto ou princípio ativo no enfrentamento da ‘matocompetição’.

“Front® faz com que a usina empregue um único produto e realize única aplicação’”, reforça Okamura. Ele ressalta também que o novo herbicida é altamente eficiente sobre um amplo espectro de ervas, entre as quais a corda-de-viola, o complexo de digitárias, as brachiárias e o capim-colonião, entre outras.

Ambientes de produção

Segundo Marcelo Okamura, antes de chegar ao mercado Front® foi testado no Brasil por um período superior a três anos – “em todas as regiões produtoras de cana e em diferentes ambientes de produção.” “Foram mais de 200 campos demonstrativos e os resultados revelaram um herbicida completo para a cana soca-seca”, continua o executivo. Front®, segundo a DuPont, tem aplicação recomendada no período de maio a setembro na região Centro-Sul e, no Nordeste, entre os meses de setembro a abril, “dependendo do regime de chuvas”, finaliza Okamura.

Uma das empresas líderes do mercado brasileiro de agroquímicos para cana-de-açúcar, a DuPont também é reconhecida no setor sucroenergético pela distribuição dos herbicidas de marca Advance®, Velpar® K; do maturador Curavial® e do inseticida Altacor™.

Mercado

O setor sucroenergético responde por entre 15% e 20% dos negócios da DuPont na área de agroquímicos. No ano passado, a empresa movimentou US$ 435 milhões no segmento, com alta de 15% em relação a 2009. Para este ano, a meta é a de aumentar o resultado entre 10% e 15% (para em torno de US$ 500 milhões), em sintonia com a margem de crescimento projetada pelo Sindag – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola - ao mercado nacional de agroquímicos.

Os números do Sindag apontam que as vendas totais de agroquímicos em cana-de-açúcar totalizaram US$ 703 milhões em 2010, com elevação de 30%. Já no segmento de herbicidas para a cultura a alta foi de quase 17% - saltou de US$ 407 milhões em 2009 para US$ 476 milhões em 2010.

Uma das empresas líderes do mercado brasileiro de agroquímicos para cana-de-açúcar, a DuPont também é reconhecida no setor sucroenergético pela distribuição dos herbicidas de marca Advance®, Velpar® K; do maturador Curavial® e do inseticida Altacor™. No mundo, a movimentação da companhia envolvendo defensivos agrícolas é da ordem de US$ 2,5 bilhões.


Sobre a DuPont

Posicionada como uma empresa de Ciência e Inovação, a DuPont avalia importantes tendências mundiais decorrentes do crescimento acelerado da população, que em 2011 alcançará a marca de sete bilhões de habitantes, número que deve ultrapassar os nove bilhões até 2050 segundo estudos conduzidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Por essa razão, a ciência e o crescimento da companhia estão orientados para o aumento da produção de alimentos, redução da dependência por combustíveis fósseis e proteção de vidas e do meio ambiente.

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Primeira ‘Cidade de Negócios’ do Brasil será construída na região de Barueri

Empreendimento de padrão internacional com valor estimado em
R$ 3 bilhões foi planejado para consolidar sedes de grandes ocupantes de escritórios; terreno com 250 mil m² abrigará ainda hotel & resort, centro de convenções e shopping center

São Paulo – A ALLTA Desenvolvimento Imobiliário, empresa do Grupo Servape, começa a construir este ano a Cidade de Negócios ALLTA, um complexo imobiliário sem similar no País formado por 9 torres de escritórios, hotel & resort, centro de convenções, shopping center e helicentro. Certificado com o selo green building, o empreendimento ocupará uma área de 250 mil m² no km 30 da rodovia Castello Branco, na região de Barueri.

De acordo com Manfredo Costa Neto, diretor da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield - empresa responsável pela comercialização do empreendimento -, a Cidade de Negócios ALLTA surge como uma resposta de mercado à “saturação” verificada na cidade de São Paulo. Costa enfatiza, por exemplo, que os altos preços de locação dos melhores escritórios da capital, além dos conhecidos problemas urbanos sem solução de curto prazo, como os da violência e trânsito intenso, já movimentam empresas em busca de novas alternativas de ocupação no vetor Oeste da cidade.

“São Paulo convive hoje com problemas críticos no entorno de suas conhecidas regiões de negócios. É certo que há, por isso, uma crescente procura por novos espaços de qualidade, capazes de consolidar operações de grandes empresas mediante custos mais atraentes. A criação da Cidade de Negócios ALLTA resulta dessa tendência, e abre uma excelente oportunidade tanto para investidores do mercado imobiliário quanto para os chamados ‘grandes ocupantes’ de escritórios”, resume o executivo.

Autor do projeto arquitetônico da Cidade de Negócios ALLTA, o arquiteto Heitor Coltro diz que a concepção do empreendimento levou em consideração, sobretudo, o processo de ocupação ordenada da região de Barueri, “uma área que vem recebendo grandes investimentos, bairros planejados, centros empresariais e autoestradas.” Coltro ressalta que o complexo será construído tendo à frente uma ampla área verde, com 52 mil m², que foi totalmente preservada e integrada ao conceito do empreendimento.

O arquiteto assinala ainda que a formatação do projeto contou com a participação de mais de 35 empresas especializadas, e foi inspirada em cidades de negócios já construídas em Londres (Canary Warf), Xangai (Xin Tian Di) e Santiago do Chile (Ciudad Empresarial), entre outras.

Diretor da ALLTA Desenvolvimento Imobiliário, o executivo Leonardo Nunes acrescenta que a construção das ‘cidades de negócios’ conhecidas fora do Brasil resultou, principalmente, de processos de expansão imobiliária decorrentes da saturação de grandes centros. Esses empreendimentos, segundo ele, estão hoje classificados como polos corporativos de última geração e têm localização “escolhida a dedo”, pois ficam em regiões invariavelmente bem-servidas por infraestrutura viária e logística.

“A história se repetirá por aqui, considerando que a Cidade de Negócios ALLTA está posicionada numa região privilegiada pela excelente estrutura viária de seu entorno e pelos acessos do Rodoanel Mário Covas”, complementa Nunes. O executivo também considera que os benefícios fiscais atualmente oferecidos pelas prefeituras da região de Barueri, com o intuito de absorver empresas do setor de serviços, servem de incentivo para uma ocupação rápida e crescente naquela área.

Com sólida trajetória no mercado financeiro, incluindo passagens pelos bancos Citibank e JP Morgan, Nunes está à frente da estratégia de negócios do novo empreendimento, que já se encontra aprovado em todas as instâncias legais.

Especialistas do setor imobiliário avaliam que a Cidade de Negócios ALLTA teria hoje um valor de mercado superior a R$ 3 bilhões.  O engenheiro Marcelo Tessler, diretor da Tessler Engenharia, uma das empresas que aderiram ao projeto, calcula que a obra deverá custar em torno de R$ 1,6 bilhão. Este número, segundo o executivo, tem atraído propostas competitivas de parte de construtoras de grande porte interessadas em tocar o projeto - os nomes destas, porém, ainda são mantidos em sigilo.

PARA AS EMPRESAS, CONSOLIDAÇÃO

Para a Cushman & Wakefield, a região onde estará em breve a Cidade de Negócios ALLTA é claramente percebida como estratégica, “pois fica num eixo de crescimento acelerado da região Metropolitana de São Paulo, o mesmo que abriga os bairros de Alphaville e Tamboré”, afirma Manfredo Costa Neto. “O empreendimento traz a oportunidade extraordinária de as grandes empresas consolidarem suas operações num único polo, um polo de alto padrão e de alta qualidade técnica”, reforça o executivo.

Costa assinala que atualmente 30% do estoque de imóveis corporativos da capital paulista – cerca de 3 milhões de metros quadrados – estão alocados para os chamados grandes ocupantes. Os espaços, porém, segundo o executivo, geralmente ficam espalhados por diferentes locais e diferentes edifícios, e são regidos por contratos de locação de valor elevado.

“Calculamos que 60% desses ocupantes encontram-se hoje em espaços ineficientes sob o ponto de vista de custos e da disponibilidade de recursos necessários às suas necessidades, ou seja, trata-se de espaços de classe B alugados por valores elevados”, enfatiza o diretor da C&W.

Para o executivo, esse conjunto de fatores é que acaba levando as empresas a se instalar em áreas saturadas. “O empreendimento ALLTA nasce como uma alternativa capaz de preencher por inteiro as necessidades de empresas que querem consolidar suas operações e hoje não são atendidas, pois sua área de escritórios será superior a 370 mil m2”, diz Costa. “Esse número equivale a aproximadamente 20% da metragem que consideramos que hoje é ‘mal ocupada’”, explica o diretor.

Por isso, principalmente, diz Manfredo Costa, as pesquisas realizadas pela consultoria americana indicaram que o conceito do empreendimento foi bem assimilado por analistas do mercado imobiliário. Ele assegura que esses estudos permitem antever bons resultados em todas as fases de comercialização da Cidade de Negócios ALLTA.


POLO DE NEGÓCIOS ÚNICO

O diretor da ALLTA, Leonardo Nunes, ressalta que as 9 torres de escritórios (ALLTA WORK) serão construídas com 20 pavimentos cada, e as lajes serão superiores a 2 mil m². Segundo o executivo, o projeto obedece aos mais modernos padrões mundiais quanto à sustentabilidade e à gestão eficiente da infraestrutura condominial, por exemplo.

No tocante à estrutura prevista para os escritórios, o executivo destaca a alta tecnologia aplicada aos sistemas de voz, dados e imagem, além dos recursos previstos para que as empresas operem com eficiência energética e respeito ao meio ambiente. As torres serão servidas também por um helicentro dotado de serviços de hangaragem, com capacidade para cerca de 40 aeronaves.

Nunes observa ainda que enquanto os especialistas projetam ‘viés de alta’, nos próximos anos, para os valores de locação dos escritórios situados dentro da cidade de São Paulo, os ocupantes do ALLTA WORK poderão pagar até 60% menos de aluguel, e reduzir suas taxas condominiais na casa de 30%. “Esses diferenciais certamente impulsionarão o fechamento de contratos de locação, antes mesmo da conclusão das torres”, acredita.

SHOPPING, CONVENÇÕES E NATUREZA PRESERVADA

O empreendimento hoteleiro (ALLTA LIVE) contará com 264 suítes e terá área construída de 45,8 mil m². O projeto contempla um resort completo, planejado para prover as melhores soluções de conforto aos usuários do complexo. Apegado ao hotel, o centro de convenções terá 18 mil m2 de área útil, espaços exclusivos para receber um calendário permanente de feiras e eventos; 40 salas de reuniões e um auditório para 460 pessoas. Será o primeiro espaço do gênero distante a menos de 100 km da cidade de SP, apto a abrigar, portanto, eventos de empresas sediadas na capital e nos demais municípios da região metropolitana.

“A gestão do complexo hoteleiro e do centro de convenções será transferida a redes especializadas nesses segmentos, cujos nomes serão divulgados após a conclusão de negociações”, revela Leonardo Nunes, da ALLTA Desenvolvimento Imobiliário.

Já o shopping center (ALLTA SHOP), segundo o executivo, contará com até 26 mil m² de área bruta locável (ABL) e será focado em alimentação e serviços. “Estamos certos de que não há nenhum empreendimento no Brasil, nos dias de hoje, que se assemelhe à Cidade de Negócios ALLTA”, conclui Nunes.

Mais informações: http://www.allta.com.br/.


Cidade de Negócios ALLTA: Raio-X



▪ Localização
Km 30 da rodovia Castello Branco, Barueri, Grande São Paulo.

▪ Área total
250 mil m².

▪ Conceito
Cidade de Negócios ALLTA: 9 torres de escritórios, hotel e resort, centro de convenções, shopping center e helicentro para em torno de 40 aeronaves, com serviços de hangaragem.

▪ Escritórios (ALLTA WORK)
- 9 torres
- 20 pavimentos cada
- Padrão ‘Triple A’, com lajes superiores a 2 mil m²
- 7800 vagas de garagem.

▪ Hotel/resort (ALLTA LIVE)
- 45,8 mil m² construídos
- 264 suítes
- Biblioteca
- Minishopping
- Academia de ginástica
- Danceteria
- Praça de esportes.

▪ Centro de convenções (ALLTA LIVE)
- Área útil de 18 mil m²
- 2 áreas exclusivas para feiras
- 40 salas de reuniões
- Auditório com capacidade para 460 pessoas.

▪ Shopping Center (ALLTA SHOP)
- 50 mil m² construídos
- 26 mil m² de ABL (área bruta locável)
- Lojas âncoras e satélites
- Praça de alimentação
- Cinemas
- Restaurante
- Academia de ginástica.


Sobre as Empresas

Grupo Servape

Proprietária e incorporadora do empreendimento, a ALLTA Desenvolvimento Imobiliário pertence ao Grupo Servape, que atua há mais de 35 anos no setor. Detentor de vários imóveis industriais (galpões), o grupo fundado em 1975 vem investindo recursos próprios na construção de empreendimentos residenciais e comerciais, dentro e fora da cidade de São Paulo.

Cushman & Wakefield

A Cushman & Wakefield é a líder em soluções integradas em serviços e negócios imobiliários no Brasil e na América do Sul. Com mais de 3.000 colaboradores no País, a C&W atua desde 1994 e administra mais de 13 milhões de metros quadrados no Brasil. No ano de 2010, a C&W foi eleita pela quarta vez consecutiva a melhor consultoria imobiliária do Brasil, premiada com o Liquid Real Estate Award da revista Euromoney.


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Primatas misteriosos nas páginas de Terra da Gente

Campinas (SP) e Rio de Janeiro (RJ) Para a segunda reportagem da série especial Primatas do Mundo, uma iniciativa da revista Terra da Gente que tem patrocínio da Petrobras, o pesquisador João Paulo Krajewski foi até as ilhas isoladas da Indonésia. Ele viajou atrás de seres pequenos, desconhecidos e estranhos até nos nomes: lóris, galago, angwantibo, potto, társio etc. São os ‘primatas misteriosos’, que têm olhos maiores do que o cérebro, cara de cachorro, corpo de gambá e veneno, por exemplo.

A série circulará até a edição de dezembro da Revista Terra da Gente e abrange mais de 300 espécies de primatas, muitas delas com populações em declínio. Saiba mais: http://www.terradagente.com.br/.

Sobre a revista Terra da Gente

Sete anos de vida, 87 edições com uma verdadeira coleção sobre as características e o estado de conservação de pelo menos 160 espécies da flora e fauna brasileiras. Eis um pequeno balanço da revista Terra da Gente. Nascida de um programa homônimo de televisão que surgiu há 14 anos e faz sucesso no Brasil e no exterior, a revista é uma referência para apoio didático ao ensino de ciências, biodiversidade, meio ambiente e atingiu a marca de 25 mil exemplares/mês.                                


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CTC pleiteia R$ 250 milhões do ‘PAISS’, para pesquisa com etanol de 2ª geração e energia de biomassa

Centro de pesquisas pretende aplicar recursos em 21 projetos presentes em seu portfólio, tidos como estratégicos para o setor sucroenergético

Piracicaba – O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira protocolou no último dia 17, no Rio de Janeiro, um pedido de apoio financeiro no valor de R$ 250 milhões para seus estudos envolvendo etanol, energia de biomassa e subprodutos da cana-de-açúcar. O pleito do centro de pesquisas de Piracicaba está amparado no programa PAISS – Plano de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico -, anunciado pelo Governo Federal em março deste ano.

PAISS, em suma, é uma linha de crédito conjunta do BNDES e da FINEP. Financiará, principalmente, projetos atrelados ao desenvolvimento de novas tecnologias para processamento da biomassa da cana-de-açúcar. O montante total que será disponibilizado pelas duas instituições é de R$ 1 bilhão, com repasse em quatro anos. O programa prevê ainda modalidades de juros subsidiados ou financiamento a fundo perdido – a definição final ficará a cargo dos gestores e dependerá da natureza dos projetos apresentados. 

Os recursos do PAISS puderam ser requeridos até a semana passada por empresas que atuam nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, e cuja atividade seja enquadrada em três linhas temáticas estabelecidas: bioetanol de 2ª geração, novos produtos de cana-de-açúcar e gaseificação (tecnologias, equipamentos, processos e catalisadores).

“O CTC é reconhecido mundialmente e há mais de 40 anos conduz estudos nas áreas cobertas pelo programa de fomento que o Governo Federal anunciou recentemente. O centro registra ainda um histórico de alta relevância, expresso na entrega de importantes produtos tecnológicos para o setor sucroenergético”, afirma Luís Roberto Pogetti, presidente do Conselho de Administração do centro de pesquisas.

Segundo ele, o CTC detém a excelência no processo de Pesquisa & Desenvolvimento e tem como vantagem competitiva seu profundo conhecimento das atividades agrícola e industrial atreladas ao setor. Por isso, diz Pogetti, reúne todas as condições para prover celeridade na criação de inovações tecnológicas na indústria de açúcar e etanol.

“Por sinal, os recursos requeridos podem acelerar a entrega de um conjunto de tecnologias capaz de equacionar questões críticas da matriz energética brasileira, sobretudo no tocante a oferta de etanol na entressafra da cana-de-açúcar”, complementa o executivo, também presidente do Conselho de Administração da Coperscucar.

O diretor de Pesquisa & Desenvolvimento do CTC, Tadeu Andrade, vai além. “Nós temos praticamente pronta uma tecnologia para produzir etanol de segunda geração. A chance de o CTC torná-la economicamente viável em pouco tempo é muito grande, daí a importância de obtermos o montante solicitado”, afirma Andrade. “Vale o mesmo raciocínio em relação às tecnologias que já conhecemos e pesquisamos em cogeração, como a de gaseificação do bagaço e a de recolhimento de palha”, acrescenta.

Andrade revela ainda que, se liberados, os recursos governamentais serão investidos num total de 21 projetos, alguns em estágio avançado de desenvolvimento. “Essa linha de crédito nos ajudará, por exemplo, a concluir estudos na área de Biotecnologia Agrícola, considerados fundamentais no sentido de contribuir para que a produção de etanol possa alcançar os volumes necessários para atender, já nos próximos anos, à demanda pelo produto no mercado interno”, finaliza o diretor.

Sobre o CTC – Centro de Tecnologia Canavieira

Situado no município paulista de Piracicaba, o CTC foi criado pela Copersucar em 1969. Em 2004, passou a atuar como uma entidade de caráter setorial mantida por unidades associadas produtoras de açúcar, etanol e energia. No início deste ano, o centro de pesquisas foi convertido numa Sociedade Anônima, com o objetivo de aumentar sua competitividade no cenário sucroenergético nacional e internacional.  

Atualmente, o CTC atende em torno de 12 mil fornecedores de cana e mantém unidades regionais em pontos estratégicos das regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Seus acionistas são 154 empresas que, juntas, respondem por 60% da moagem de cana no Brasil.

O CTC desenvolve pesquisas nas áreas industrial, logística e agronômica, incluindo Variedades, Plantio e Colheita Mecanizada, Biotecnologia, Controle Biológico de Pragas, Muda Sadia, Geoprocessamento, Imagens de Satélites, Cartas de Solos e Ambientes de Produção, Produção de Açúcar, Geração de Energia e Produção de Etanol de 1ª e 2ª Geração.



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